Projeto Pedagógico do Curso

O tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas analisa, projeta, documenta,
especifica, testa, implanta e mantém sistemas computacionais de informação. Este
profissional trabalha, também, com ferramentas computacionais, equipamentos de
informática e metodologia de projetos na produção de sistemas. Raciocínio lógico,
emprego de linguagens de programação e de metodologias de construção de projetos,
preocupação com a qualidade, usabilidade, robustez, integridade e segurança de
programas computacionais são fundamentais à atuação deste profissional.
O código para o Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, segundo a
Classificação Brasileira de Ocupações (CBO/2002), é 2124-05, que engloba as seguintes
denominações: Analista de Comércio Eletrônico (e-commerce), Analista de Sistemas de
Informática Administrativa, Analista de Sistemas Web (webmaster), Analista de Tecnologia
da Informação e Consultor de Tecnologia da Informação.

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Tendo em vista a formação de um profissional preparado para os conhecimentos
teórico-práticos visando a melhor qualificação do desempenho profissional de forma
reflexiva e ética, o Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas do Instituto Federal Farroupilha tem como pressuposto pedagógico ser realizado
por meio de metodologias que valorizam a aprendizagem do aluno em processo de
construção, envolvendo o desenvolvimento de competências de forma a considerar
conhecimentos, habilidades e atitudes no processo.
É objetivo do curso incentivar atividades complementares voltadas ao ensino,
pesquisa, extensão e gestão, realizadas em âmbito institucional ou em outros espaços.
Portanto, serão desenvolvidas atividades de cunho inter-transdisciplinar por meio de
projetos, isto é, elaboração de planos de negócios e mecanismos sistêmicos de estudos.
As especificidades serão abordadas de forma contextualizada como partes de um todo
referente à formação do aluno.
Assim, os planos de ensino deverão prever estratégias, discussões e debates
construídos em equipe e inseridos em um projeto mais amplo. Para tanto, deverão conter
diferentes possibilidades de ensino e elaboração, caminhos alternativos para que o aluno
possa efetivamente participar como sujeito de sua aprendizagem.
Como procedimentos, poder-se-ão utilizar os seguintes passos:
Aula dialogada – permite valorização da troca e dos acréscimos de informações pelos
alunos e professor, implicando posicionamento e participação ativa de todos na sala;
Aula expositiva – possibilita ao educador expor conteúdos, ideias e informações;
Estudo de Caso – atividade que requer interpretação, assimilação para trabalhar a
capacidade de fazer analogias de situações reais;
Estudo Dirigido – atividade investigativa de casos, situações e questões direcionadas
para compreensão de problemas gerais ou específicos;
Visitas Técnicas – atividade de observação, de verificação de material e distribuição de
espaços, tais como os de biblioteca e seus acervos, com finalidade de elaborar relatórios
técnico-científicos e outros;
Desenvolvimento de seminários – oportunizar ao aluno mostrar as leituras e análises
elaboradas de modo individual o u em grupo;
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA
Câmpus Alegrete
Rs 377 Km27 – Passo Novo – Alegrete – RS
Fone/FAX: (55) 3421-9600
E-Mail: gabinete.al@iffarroupilha.edu.br
Dinâmica de grupo – permite analisar o potencial de cada um ou do grupo para a
concretização de tarefas propostas;
Atividades extraclasses – valoriza atividades que complementem o conhecimento e
ideias trabalhadas na sala de aula;
Atividades individuais ou em grupo – valoriza a produção-criação do aluno de modo
individual ou em grupo;
Atividades laboratoriais – trabalha problemas gerais ou específicos à área de formação
em laboratório ou em rede.
Os procedimentos metodológicos adotados no ensino aprendizagem estão
articulados com os conteúdos curriculares e disciplinares, visando à troca significativa de
informações, garantindo o espaço para discussões e surgimentos de novas ideias e
saberes, possibilitando a assimilação e construção de saberes e conhecimentos por parte
dos alunos.
Com a integração entre a formação teórica e prática serão trabalhadas as
Práticas Profissionais Integradas (PPIs) desenvolvidas ao longo do curso, em que o
discente estará integrando seus saberes teóricos e práticos. Além disso, o aluno terá
um aporte para a sua inserção futura no mercado de trabalho, cada vez mais
concorrido e carente de profissionais capacitados para a resolução de problemas.
No que se refere à flexibilização curricular, entre um conjunto de disciplinas,
denominadas de eletivas, os estudantes construirão seu itinerário formativo de acordo as
áreas em que pretender atuar. Ainda, contemplando a flexibilidade curricular, os
estudantes poderão substituir uma ou mais eletivas por disciplinas a serem cursadas em
outros cursos da Instituição, bem como em outras Instituições. Esta substituição será
analisada e aprovada pelo colegiado do curso. Nesta substituição, não serão aceitas
disciplinas cursadas anteriormente ao ingresso no curso.
Para contemplar as demandas da comunidade regional, âmbito de atuação dos
futuros tecnólogos, serão oferecidas viagens de estudos e atividades externas que
contemplem, por exemplo, o contato com a realidade do mundo do trabalho regional e
global.
No decorrer do curso, o aluno deve realizar atividades complementares
(acadêmico-científico-culturais), de livre escolha do acadêmico. Essas são obrigatórias,
com uma carga horária mínima de 200 horas. As atividades devem estar relacionadas com
a área de formação do curso, ser aprovadas pelo colegiado do curso, estar de acordo com
o regulamento da instituição, contemplando a carga horária específica.
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Na organização das disciplinas, o professor poderá desenvolver até 20% de cada
componente curricular na modalidade a distância, em cursos reconhecidos pelo Mec,
desde que especificadas no seu plano de ensino as estratégias e ferramentas a serem
utilizadas pelo docente.

O Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
prevê uma proposta de avaliação baseada nas orientações do MEC, que ressalta a
necessidade de programas de avaliação para os Cursos Superiores de Graduação. As
diretrizes para os Cursos Superiores de Tecnologia ainda não enfatizam o processo de
avaliação dos cursos, mas considerando que estes cursos também serão avaliados pelo
INEP para fins de reconhecimento, este projeto prevê o Processo de Avaliação em três
etapas, estrutura esta orientada pelo MEC/INEP:
- Avaliação Institucional
- Avaliação Interna
- Avaliação Externa
A avaliação institucional consiste no levantamento de um conjunto de indicadores
de desempenho da instituição, cuja análise pode servir de subsídios
para o dimensionamento do nível de satisfação dos alunos, professores e funcionários
como um todo. Este processo é operacionalizado através da Comissão Permanente de
Avaliação do Instituto Federal Farroupilha.
A avaliação interna deverá ser trabalhada, de forma continuada, como instrumento
indispensável para análise da qualidade do ensino dos cursos e cujos resultados deverão
subsidiar e justificar as reformas curriculares. O sistema de avaliação interna dos Cursos
Superiores de Tecnologia será proposto pelo NDE e pelos Colegiados dos Cursos.
A avaliação externa será constituída pelo ENADE e pelo processo de Avaliação
das Condições de Ensino, realizada pelo MEC/INEP, em que são avaliadas a qualificação
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do corpo docente, a infraestrutura (laboratórios, bibliotecas) e o Projeto Pedagógico do
Curso.

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